PUBLICADO EM PESQUISAS ANTROPOLOGIA - N.40 Ano 1985
Volume dedicado ao arqueológo Pe. João Alfredo Rohr

CRANIOMETRIA RADIOGRÁFICA EM POPULAÇÃO PRÉ-HISTÓRlCA BRASILEIRA
Cleber Bidegain Pereira, C.D. *
Carlos Augusto A.N. Galvão, C.D. **
Marília Carvalho de Mello e Alvirn * * *
 
Os autores apresentam um estudo de craniometria radiográfica, em população pré-histórica do litoral meridional brasileiro. Comparam os resultados com outros grupos estudados com a mesma metodologia.
 
INTRODUÇÃO

As mais significativas pesquisas morfológicas, em populações pré-históricas do Brasil, são referentes ao material ósseo humano exumado: a) nas lapas e abrigos sob-rochas da área arqueológica de Lagoa Santa (MG) e   b) nos sambaquis e acampamentos de coleta do litoral sul-sudeste brasileiro. Este último grupo constitui o material do presente estudo. Os espécimes exumados nos sambaquis foram cognominados por LACERDA (1985) como "HOMEM DO SAMBAQUI". Pesquisas mais recentes, de MELLO E ALVIM & COL. (1975), confirmam a unidade antropofísica dos Construtores de Sambaquis, ainda que estes compartilhem suas características com outros grupos, da mesma área, que viveram em acampamentos de coleta. Entretanto, esta unidade é diferente e menos homogênea que a do "Homem de Lagoa Santa", MELLO E ALVIM (1963). "No panorama racial paleoameríndio brasileiro, os espécimes dos Sambaquis tornaram-se parte dos Lagiden (Küstentypus), na classificação de VON EIKSTEDT (1934) e parcela principal dos Fuéguidos, na de IMBELLONI (1937, 1938 e 1953)  " MELLO E ALVIM (1978). Os construtores de Sambaquis eram micro-bandos indígenas que viveram, principalmente, entre 5.000 e 2.000 anos atrás. Eles dependiam especialmente da apanha de moluscos e da pesca, como fontes básicas de sua alimentação, ocupando-se, em menor escala, da coleta de vegetais e da caça. Seus detritos alimentares, constituídos principalmente de conchas de moluscos, acumulados por milhares de anos, constituem os sambaquis, também denominados casqueiros ou concheiras. No Brasil, os sambaquis encontram-se distribuídos desde a costa paraense até o Rio Grande do Sul. Apresentam-se sob a forma de colinas de base oval, compostas, predominantemente, de carapaças de molusculos, dispostas em camadas pouco espessas, entremeadas por leitos de carvão. Contém inúmeras indicações de ocupação humana, inclusive sepultamentos. Excepcionalmente, este tipo de sítio arqueológico chega a alcançar 400 metros de comprimento por 30 metros de altura, ROHR (1959) e MELLO E ALVIM & COL. (1975). As características morfológicas mais expressivos dos Construtores de Sambaquis são as seguintes: constituição extraordinariamente robusta; diferenciação sexual bem marcada no esqueleto; estatura baixa (1,60 m. para os homens e 1,50 m. para as mulheres); ossos com as impressões das inserções musculares bem evidentes, podendo ser inferido intenso trabalho muscular; crânios grandes, com grande capacidade, calota alta e fronte inclinada; face mediamente larga, com órbitas acentuadamente altas; ossos longos muito espessos, maciços e pequenos, MELLO E ALVIM (1972). Semelhante aos índios Yanomamis, os crânios dos Construtores de Sambaquis apresentam ângulo goníaco fechado, bom padrão esquelético, perfil reto com dentes incisivos verticalizados, estrutura dentária fortemente mineralizada, acentuado desgaste das faces proximais e oclusais dos dentes, evidenciando intenso atividade mastigatória de alimentos duros e abrasivos, PEREIRA & COL. (1971) e PEREIRA & EVANS (1975). A literatura é abundantemente rica em estudos da marfologia crânio-facial, em diversas populações, utilizando a metodologia da Cefalometria Radiográfica. Segue uma pequena amostra dos inúmeros trabalhos a respeito: BAUM (1951), caucasianos; BJORK & PALLING (1955), escandinavos; JACOBSON & DRYER (1956), negros sul africanos; MURPHY (1959), crânios pré-históricos; ALTEMUS (1960), americanos do norte; BROWN & BARRETT (1964), aborígenes australianos; BROWN (1965), aborígenes australianos; NANDA & NANDA (1969), índios norte americanos; SADOWSKY & JACOBSON (1973), caucasianos sul africanos; UESATO E COL. (1978), japoneses; CHANG (1981), orientais; HAJIGHADIMI E COL. (1981), iranianos. Na literatura disponível não encontramos referências a estudos radiográficos da morfologia crânio-facial, em populações pré-históricas brasileiras. O propósito deste trabalho é estudar, através de telerradiografias, algumas características morfológicas de espécimes Construtores de Sambaquis.

MATERIAL E MÉTODO

Foram utilizados 29 crânios de indivíduos adultos, de ambos os sexos, de espécimes Construtores de Sambaquis, cujas referências já foram citadas. O material é procedente dos acervos do MUSEU NACIONAL DO RIO DE JANEIRO (7 masculinos e 6 femininos); MUSEU DO SAMBAQUI DE FLORIANÓPOLlS (6 masculinos e 2 femininos) e MUSEU ARQUEOLÓGICO DO SAMBAQUI DE JOINVILLE (4 masculinos e 4 femininos). O material é numericamente reduzido devido ao critério de seleção. Para ser compatível com este estudo é necessário: a) crânio completo com mandíbula; b) mínima perda de dentes, evidenciando, claramente, a oclusão cêntrica; c) Sela Túrcica intacta. Não houve separação pelo sexo. As análises cefalométricas ortodônticas não evidenciam dimorfismo sexual, GIANELLY (1970); KOWALSKY & WALKER (1971) e HARRIS & COL. (1975). Os crânios foram radiografados em norma lateral, a uma distância de 1,50m., pelo método usual em Cefalometria Radiográfica, PEREIRA & COL. (1984). Houve adaptações para o uso do material ósseo. Os crânios foram mantidos em posição, no cefalostato, com o auxílio de suportes, improvisados, de espuma de nylon. A rigidez óssea dos condutos auditivos externos facilita o posicionamento dos crânios, orientados pelas olivas auriculares do cefalostato, PEREIRA & MELIO E ALVIM (1979). A revelação das películas radiográficas obedeceu os normas rotineiras. Para facilitar as mensurações foi feito um desenho, unicamente das estruturas anatômicas que interessam ao estudo. Este desenho foi traçado em papel transparente (acetato), colocado sobre a radiografia transluminecida no negatoscópio, sendo aí demarcados os Pontos Craniométricos, linhas e planos. As grandezas craniométricas foram medidos com régua milimetrada e transferidor com aproximação de 0,5mm. e 0,50, respectivamente. Foram utilizadas as análises de TWEED (1964); STEINER (1953); INTERLANDI (1971) e o ângulo "Y" de DOWNS (1948).


TABELA I
 
MEDIDA
PADRÃO
MÉDIA
DP
S-N
--
69,50 mm.
+- 3,14
SNA
82
84,13
+- 3,87
SNB
80
79,75
+- 4,78
ANB
2
4,48
+- 3,15
1 - NA
4 mm
2,72 mm
+- 2,74
1 . NA
22
11.20
+- 8.96
1 -NB
4 mm
6,48 mm
+- 3.10
1.NB
25
23,31
+- 7.04
1.1
131
141,82
+- 14.17
SN.Go-Gn
32
32
+- 6,41
SN.PL.OCL.
14
18,31
+- 6,62
SN.Gn (Eixo Y) 
67
70.10
+- 4,36
FMA
25
25,79
+- 5,19
FMIA
65
62,74
+- 6,69
IMPA
90
91,46
+- 5,59
LINHA "I"
0 mm
-3,48 mm
+- 3,01

 
RESULTADOS E DISCUSSÃO
 
 
A tabela I mostra o resultado das diversos mensurações, com suas médias aritméticas e respectivos desvios padrões.
A relação maxílomandibular, representada pelo ângulo ANB, é bastante expressiva. A amostra, por nós estudada, de Construtores de Sambaquis, revelou a média de 4,48 que pode ser considerada de amplitude intermediária, quando comparado aos valores encontrados em outras populações. Resultados médios de ANB, em cinco grupos populacionais: 1,6 em chineses, WEI (1968); 2,7 em suecos, BJORK & PALLING (1955); 4,0 em aborígenes australianos, BARRERR & COL. (1963); 6,0 em negros sul-africanos, JACOBSON (1976) e 7,6 em índios Lenguas do Paraguai, JACOBSON E COL. (1977). Em grupo brasileiro atual, a freqüência de ANB variou de 1 o 4,5, MACHADO FILHO (1969). Convém ressaltar que o valor de 20, considerado ideal para STEINER (1953) é pouco freqüente em populações contemporâneas latino-americanas, GARCIA (1975) e sulistas norteamericanos, TAYLOR & HITCHCOCK (1966).
O valor de SNB, próximo de 800, evidencia que a abertura maior de ANB é conseqüência de protrusão da maxila, o que é realmente comprovado pelo valor de SNA que foi 84013. O menor tamanho da base anterior do crânio é, também, causa da maior amplitude de ANB. JACOBSON (1975), JACOBSON E COL. (1977) e JACOBSON (1978), encontraram, em amostra de população caucasóide, SN = 74,9mm. e nos índios lenguas, do Paraguai, SN = 66,9 mm. acompanhados de ANB 706. Ainda que não se tenha dividido o grupo por faixa etária, pode-se observar nitidamente que os espécimes mais velhos (caracterizados pelo desgaste das faces proximais e oclusais dos dentes) apresentam um ângulo ANB menor, com incisivos em topo-a-topo, sugerindo um contínuo deslocamento da mandíbula para frente. Verifica-se que a amplitude do ângulo ANB é compensada pela verticalização dos incisivos superiores (1- NA = 2,72mm. e 1 . NA = 110 20') e protrusão dos incisivos inferiores   1 - NB = 6,48mm. e 1 - NB 23031"), resultando em um trespasse anterior normal dos indivíduos jovens e em relação de topo-a-topo nos senis. O ângulo interincisivo, com a média de 1410 82, também comprova esta verticalização e resulta em perfis não protrusos, tendendo a reto. A abertura do ângulo goníaco, preponderante no padrão esquelético, apresenta-se dentro do padrão normal . O excelente padrão esquelético é confirmado pelo Triângulo de TWEED, em que FMA (250 79) e IMPA (910 46) estão bastante próximos dos padrões, condizentes com as amostras de normal encontradas por KOWAISKI & WALKER (1971). Apenas FMIA (620 46), evidencia discreta vestibularização dos incisivos inferiores, participando do mecanismo compensador do alto valor de ANB, a que nos referimos anteriormente.
 
CONCLUSÕES

A amostra examinada, de Construtores de Sambaquis, apresenta harmoniosa proporção crânio-facial, segundo os padrões fisiológicos e estéticos de indivíduos contemporâneos.
 
 
 
 

SUMMARY
  The authors present a cephalometric study on 29 skulls unearthed in the South Brazilian seashore     belonging to a population called Sambaqui Building Man. lt was found that they hove harmonious proportions, occording to physilogical and esthetic concepts of our civilization. 
 
 
 
AGRADECIMENTOS
 

Às direções do MUSEU NACIONAL DO RIO DE JANEIRO; do MUSEU DO HOMEM DO SAMBAQUI (FIORIANÓPOLlS) e do MUSEU ARQUEOLÓGiCO DO SAMBAQUI DE JOINVILLE: Ao Padre João Alfredo Rohr e ao Professor Afonso Inhof. Aos Departamentos de Ortodontia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal de Santa Catarina. Ao Professor Dr. José Édimo Martins, ao Dr. José Tarcício Soares e ao Professor Sandro de Mascarenhas. Sobretudo, ao CONSELHO NACIONAL DE PESQUISA, o qual concedeu o suporte financeiro para o empreendimento.

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* Especialista em Ortodontia
** Prof. Adjunto da Disciplina de Ortodontia Preventiva, UNESP
*** Antropóloga do Museu Nacional - Dep. de Antropologia, URFJ

 
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                   Fotografias de crânios de Sambaquis   
 
 

                    Plasticidade Alveolar - Crâniois de Sambaquis 

 

 


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